Qual é a capital brasileira onde o dinheiro pesa menos no orçamento básico? Para responder de forma comparável entre as 27 capitais, usamos os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab em parceria com o DIEESE, referentes a julho de 2026.
Importante: este ranking usa o custo da cesta básica como um termômetro objetivo do custo de vida. Moradia, transporte, saúde, lazer e outros gastos podem mudar bastante de uma cidade para outra. Portanto, o ranking não representa sozinho o custo total de viver em cada capital.
Começamos pela capital mais cara e seguimos até a campeã, a capital com a cesta básica mais barata do país entre as 27 pesquisadas.
Ranking completo - da mais cara para a mais barata
27º lugar: São Paulo (SP)
Em julho de 2026, a cesta básica em São Paulo custou R$ 915,01. O valor equivalia a aproximadamente 61,02% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 124h11m de trabalho.
26º lugar: Cuiabá (MT)
Em julho de 2026, a cesta básica em Cuiabá custou R$ 881,27. O valor equivalia a aproximadamente 58,77% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 119h36m de trabalho.
25º lugar: Florianópolis (SC)
Em julho de 2026, a cesta básica em Florianópolis custou R$ 860,73. O valor equivalia a aproximadamente 57,40% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 116h49m de trabalho.
24º lugar: Rio de Janeiro (RJ)
Em julho de 2026, a cesta básica em Rio de Janeiro custou R$ 855,37. O valor equivalia a aproximadamente 57,05% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 116h05m de trabalho.
23º lugar: Porto Alegre (RS)
Em julho de 2026, a cesta básica em Porto Alegre custou R$ 841,94. O valor equivalia a aproximadamente 56,15% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 114h16m de trabalho.
22º lugar: Campo Grande (MS)
Em julho de 2026, a cesta básica em Campo Grande custou R$ 809,08. O valor equivalia a aproximadamente 53,96% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 109h49m de trabalho.
21º lugar: Curitiba (PR)
Em julho de 2026, a cesta básica em Curitiba custou R$ 807,93. O valor equivalia a aproximadamente 53,88% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 109h39m de trabalho.
20º lugar: Vitória (ES)
Em julho de 2026, a cesta básica em Vitória custou R$ 795,34. O valor equivalia a aproximadamente 53,04% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 107h56m de trabalho.
19º lugar: Goiânia (GO)
Em julho de 2026, a cesta básica em Goiânia custou R$ 792,79. O valor equivalia a aproximadamente 52,87% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 107h36m de trabalho.
18º lugar: Fortaleza (CE)
Em julho de 2026, a cesta básica em Fortaleza custou R$ 769,88. O valor equivalia a aproximadamente 51,35% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 104h29m de trabalho.
17º lugar: Belo Horizonte (MG)
Em julho de 2026, a cesta básica em Belo Horizonte custou R$ 765,25. O valor equivalia a aproximadamente 51,04% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 103h52m de trabalho.
16º lugar: Brasília (DF)
Em julho de 2026, a cesta básica em Brasília custou R$ 747,10. O valor equivalia a aproximadamente 49,83% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 101h24m de trabalho.
15º lugar: Palmas (TO)
Em julho de 2026, a cesta básica em Palmas custou R$ 731,89. O valor equivalia a aproximadamente 48,81% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 99h20m de trabalho.
14º lugar: Boa Vista (RR)
Em julho de 2026, a cesta básica em Boa Vista custou R$ 730,74. O valor equivalia a aproximadamente 48,73% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 99h11m de trabalho.
13º lugar: Belém (PA)
Em julho de 2026, a cesta básica em Belém custou R$ 724,10. O valor equivalia a aproximadamente 48,29% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 98h16m de trabalho.
12º lugar: Macapá (AP)
Em julho de 2026, a cesta básica em Macapá custou R$ 713,29. O valor equivalia a aproximadamente 47,57% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 96h49m de trabalho.
11º lugar: Teresina (PI)
Em julho de 2026, a cesta básica em Teresina custou R$ 702,27. O valor equivalia a aproximadamente 46,84% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 95h19m de trabalho.
10º lugar: Manaus (AM)
Em julho de 2026, a cesta básica em Manaus custou R$ 697,80. O valor equivalia a aproximadamente 46,54% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 94h42m de trabalho.
9º lugar: Rio Branco (AC)
Em julho de 2026, a cesta básica em Rio Branco custou R$ 692,04. O valor equivalia a aproximadamente 46,15% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 93h55m de trabalho.
8º lugar: Porto Velho (RO)
Em julho de 2026, a cesta básica em Porto Velho custou R$ 684,83. O valor equivalia a aproximadamente 45,67% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 92h56m de trabalho.
7º lugar: Recife (PE)
Em julho de 2026, a cesta básica em Recife custou R$ 660,31. O valor equivalia a aproximadamente 44,04% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 89h37m de trabalho.
6º lugar: São Luís (MA)
Em julho de 2026, a cesta básica em São Luís custou R$ 656,69. O valor equivalia a aproximadamente 43,80% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 89h08m de trabalho.
5º lugar: Salvador (BA)
Em julho de 2026, a cesta básica em Salvador custou R$ 650,32. O valor equivalia a aproximadamente 43,37% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 88h16m de trabalho.
4º lugar: João Pessoa (PB)
Em julho de 2026, a cesta básica em João Pessoa custou R$ 644,04. O valor equivalia a aproximadamente 42,95% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 87h25m de trabalho.
3º lugar: Natal (RN)
Em julho de 2026, a cesta básica em Natal custou R$ 631,51. O valor equivalia a aproximadamente 42,12% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 85h43m de trabalho.
2º lugar: Maceió (AL)
Em julho de 2026, a cesta básica em Maceió custou R$ 618,60. O valor equivalia a aproximadamente 41,26% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 83h58m de trabalho.
🏆 CAMPEÃ - 1º lugar: Aracaju (SE)
Em julho de 2026, a cesta básica em Aracaju custou R$ 594,07. O valor equivalia a aproximadamente 39,62% do salário mínimo líquido considerado pelo DIEESE e exigia cerca de 80h38m de trabalho.
Qual é a capital mais barata do Brasil?
Considerando o valor da cesta básica nas 27 capitais pesquisadas, Aracaju é a campeã do ranking em julho de 2026, com R$ 594,07. Na sequência aparecem Maceió, com R$ 618,60, e Natal, com R$ 631,51.
No outro extremo, São Paulo apresentou o maior valor, R$ 915,01. A diferença para Aracaju é de R$ 320,94, o equivalente a aproximadamente 54% a mais sobre o valor da cesta em Aracaju.
As 5 capitais mais baratas
- Aracaju (SE) - R$ 594,07
- Maceió (AL) - R$ 618,60
- Natal (RN) - R$ 631,51
- João Pessoa (PB) - R$ 644,04
- Salvador (BA) - R$ 650,32
As 5 capitais mais caras
- São Paulo (SP) - R$ 915,01
- Cuiabá (MT) - R$ 881,27
- Florianópolis (SC) - R$ 860,73
- Rio de Janeiro (RJ) - R$ 855,37
- Porto Alegre (RS) - R$ 841,94
Por que o ranking usa a cesta básica?
Para comparar as 27 capitais com uma metodologia única, usamos a pesquisa Conab/DIEESE, que cobre todas elas. Indicadores de aluguel, como o FipeZAP, não cobrem simultaneamente as 27 capitais com a mesma base. Assim, evitamos misturar fontes diferentes como se fossem equivalentes.
Vale a pena mudar para a capital mais barata?
Não necessariamente. Alimentação é apenas uma parte do orçamento. Antes de uma mudança, também é importante comparar aluguel, transporte, renda, oportunidades de trabalho, saúde, segurança, educação e qualidade de vida.
Conclusão
Em julho de 2026, Aracaju liderou como a capital com a cesta básica mais barata, enquanto São Paulo teve o maior custo entre as 27 capitais pesquisadas.
Fonte dos valores: Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos - Conab/DIEESE, julho de 2026. Os valores podem variar mensalmente.

